quarta-feira, 28 de setembro de 2016

PML: Haddad é o voto contra o retrocesso

.
por Paulo Moreira Leite - 27/09/2016

Primeira eleição depois do golpe de 31 de agosto, a votação do próximo domingo, quando os brasileiros vão às urnas para escolher prefeitos e vereadores, guarda um traço semelhante com os pleitos ocorridos nos tempos do regime militar.

A conjuntura é marcada pela tentativa, por parte dos aliados de Michel Temer, de consolidar um estado de exceção, primeiro passo para reduzir direitos e diminuir liberdades num período próximo.

Dilma fala a Bob Fernandes na TV Bahia. Assista, na íntegra

POR  · 27/09/2016


dilmabahia
.


E a segunda parte:

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Kiko Nogueira: A melhor descrição de João Doria como fraude vem de seu colega de PSDB, Alberto Goldman.

Postado em 27 Sep 2016
ElesEles

A definição mais precisa de João Doria veio de um colega de partido, Alberto Goldman, em seu blog.
Goldman, ex-governador, é inimigo de Alckmin e faz parte da facção de Serra no PSDB.
Em entrevistas, acusou Doria de comprar votos, boca de urna no dia da votação da “prévia” e violação da Lei Cidade Limpa por uso de cavaletes de propaganda e carros de som.
Goldman, basicamente, afirma que Doria é uma fraude. Nada que Luiza Erundina já não tenha apontado, mas com alguns detalhes extras de boi preto que conhece boi preto.
Reproduzo alguns trechos:

Mishell Temer recebe cumprimentos da Shell pela entrega do pré-sal

mishell_temer
.
Blog do Esmael - setembro 27, 2016

O presidente da Shell, Ben van Beurden, reuniu-se nesta terça-feira 27 com Mishell Temere afirmou que o Brasil é um dos principais países de interesse para a petroleira investir e ter “parceria” com a Petrobras.

“Trabalhamos com a Petrobras há muitos anos e ela é uma empresa de classe mundial no que se refere à capacidade técnica e isso não mudou. É obvio que acompanhamos as manchetes sobre Petrobras e isso traz algum grau de preocupação, mas a grande pergunta era se a empresa conseguiria manter os investimentos e ela tem feito escolhas adequadas em seus programas de investimentos”, afirmou Beurden.

Nassif: Xadrez de Fernando Haddad e da frente das esquerdas

.
por Luis Nassif - no GGN - 27/09/2016

Peça 1 - a esquerda e o culto à generosidade

Recentemente, o filósofo de direita Luiz Felipe Pondé escreveu um artigo dizendo que a direita tinha que aprender a conquistar as moças.  Passou uma lição importante na forma de uma deboche, provavelmente a maneira que encontrou para chegar ao seu público que, além do economicismo estéril, aprecia bobagens machistas.
Em síntese, diz ele que o fascínio da esquerda sobre a juventude está na generosidade, na solidariedade, no fator humano, enquanto a direita se prende a um economicismo vazio.
Matou a charada.

Saul Leblon: Um pacto progressista pode evitar o horror em SP

Juntos, Haddad e Erundina podem arrastar insatisfeitos que já começam a migrar da candidatura Marta e assim mudar o desfecho da eleição.

por Saul Leblon - na Carta Maior - 27/09/2016

Resultado de imagem para laughter
.
Restam poucas horas para o desastre anunciado se consumar.

Mas a experiência mostra que poucas horas de lucidez, com ação coordenada de projeto, rua e propaganda podem sacudir a vida de um povo. E mudar o curso da história.

O desfecho que se esboça na disputa municipal em São Paulo, e na do Rio, deixará uma lição dura às forças progressistas.

Dr. Moro, não sai nem uma “condução coercitiva” para o filho de FHC? Ouça o que “Baiano” diz

POR  · 27/09/2016

termorio
.
Primeiro, foi Nestor Cerveró que disse ter recebido ordens  para colocar uma empresa ligada ao filho do também então Presidente da República Fernando Henrique Cardos, a PSR, no negócio da Termorio, uma empresa constituída nos tempos do apagão, quando a Petrobras fazia contratos ruinosos para participar do capital e comprar a energia a altíssimo preço, em quantidades asseguradas.
O filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, disse que era tudo mentira de um “encarcerado”

Jean Wyllys pede anulação do impeachment em manifestação ao STF

O deputado do PSOL apresentou-se como amicus curiae em ação movida por Dilma e alega inexistência de crime de responsabilidade
por Redação — na Carta Capital - publicado 27/09/2016 17h59, última modificação 27/09/2016 19h54

Resultado de imagem para jean wyllys cospe em bolsonaro
Impeachment sem crime de responsabilidade é "forma contemporânea de golpe de Estado"
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentou uma manifestação de amicus curiae ("amigo da Corte") na ação movida por Dilma Rousseff no Supremo Tribunal Federal, em que pede a anulação doimpeachment, aprovado pelo Senado em 31 de agosto. Elaborada pelo advogado Paulo Iotti, a peça alega a inexistência de crime de responsabilidade.
"Não levei em consideração os argumentos políticos da oposição de direita sobre o 'conjunto da obra' —mesmo que eu também seja crítico do conjunto da obra do governo Dilma—, porque esses argumentos não cabem num processo de impeachment. Também não levei em consideração as defesas do impeachment dedicadas ao tio, ao papagaio, à sobrinha ou ao torturador Brilhante Ustra, que também não cabem nesse processo”, diz o parlamentar. “O que me levou a me manifestar perante o STF é a ausência de crime de responsabilidade”.

Katarina Peixoto: Como juizes brasileiros falsificaram Roxin, Vannuci e Agamben

VIOMUNDO - 27 de setembro de 2016 às 18h18

Captura de Tela 2016-09-27 às 18.16.16
.
Ontem dediquei algumas horas a ler decisões de juízes, desembargadores e ministros.
Adoeci um pouco mais e espero conseguir fazer algo de positivo com o chorume que li.
Enunciados falsos podem fazer sentido. E nada há de trivial nisso. Um dos Diálogos platônicos de maturidade, O Sofista, é dedicado ao estatuto lógico dos enunciados falsos e sobre o passado (ou, mais precisamente, sobre o que não é).

Marta fez o que fez para, tudo indica, perder a eleição em São Paulo. Por Kiko Nogueira

Postado em 27 Sep 2016
Deu ruimDeu ruim

A história de Marta é o que o que se chama em inglês de cautionary tale — simplificando, algo que serve de alerta. Uma fábula moral.
Em nome de sua ambição, maior do que sua competência, ela passou por cima de tudo para conseguir uma vaga para concorrer à prefeitura de São Paulo.
Foi para o PMDB com uma conversa mole inacreditável sobre sua surpresa com a corrupção do PT, falou que nunca se considerou uma pessoa de esquerda, pediu desculpas de joelhos sobre as taxas, tirou o Suplicy do sobrenome, deu flores a uma Janaína Paschoal, posou para fotos com Cunha, Renan e Temer, abraçou o golpe.

Cidadania urgente: Basta de autoritarismo jurídico.

Foto/247
Resultado de imagem para Paulo Sergio Pinheiro (cientista político, USP; relator de direitos humanos, ONU) Wanderley Guilherme dos Santos (cientista político, IESP-UERJ, membro da Academia Brasileira de Ciência) Marco Lucchesi (Letras-UFRJ, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras) Leonardo Boff (teólogo)

Para: A Cidadania Brasileira

Basta de autoritarismo no uso seletivo e partidarizado praticado por setores do Judiciário, do Ministério Público, da Polícia Federal, estimulados pela grande mídia oligopolizada.

É com indignação que nos manifestamos contra o rompimento continuado do estado democrático de direito no Brasil. Interpretações parciais de procedimentos judiciários, exacerbados e estimulados por um sentimento de ódio que tomou conta de setores privilegiados da sociedade brasileira, empurram nosso país para um retrocesso impensável e negam princípios básicos de respeito a uma ordem democrática tão duramente conquistada na luta contra a ditadura militar. 

WANDERLEY GUILHERME: O BRASIL DOS BRUTAMONTES

Resultado de imagem para temer, aécio , ...
.
por Wanderley Guilherme - no Segunda Opinião - 27 de setembro de 2016

Há quem resvale à beira do ridículo, ou do adesismo, angustiado com o inexistente dilema de apoiar o governo Temer contra o que seria um golpe ainda mais reacionário do PSDB, de Aécio Neves e de Fernando Henrique Cardoso. Estava demorando aparecer o pretexto para a velha cantilena de ser preciso combater a reação por dentro. Em geral, o combate se dá por dentro de bons hotéis, bons empregos e bons salários.

Comandante da Frente Al-Nusra, da al-Qaeda: "Norte-americanos estão conosco"

26/9/2016, Moon of Alabama(trad. al.-ing. Bernhard; aqui trad. ao port., nos dois casos, tradução para finalidades acadêmicas, não comerciais)

Entrevistador: Jürgen Todenhöfer (original em alemão)
Publicada em alemão: 26/9/2016, no jornal Kölner Stadtanzeiger, principal jornal na região de Colônia.

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Isso, se quiser, Trump pode jogar, como saco de lixo,
sobre La Killary [pano rápido]




Foi a sétima viagem que meu filho Frederic e eu fizemos à Síria, em guerra. Lá estivemos durante 13 dias. Não há palavras que descrevam o sofrimento que lá vimos.

Essa entrevista foi realizada há dez dias, com um comandante de um ramo da al-Qaeda, a Frente [Jabhat] al-Nusra. Abu al-Ezz falou bastante abertamente sobre seus financiadores – Arábia Saudita, Qatar e Kuwait. Tivemos meios para pesquisar rigorosa e exatamente a identidade do homem e sabemos praticamente tudo sobre ele.

Entrevista na pedreira, em Aleppo

Wells Fargo: O cambalacho já foi longe demais

23/9/2016, Rob Urie,* Counterpunch
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Um dos aspectos politicamente mais frustrantes da última década no ocidente é a nenhuma disposição dos poderes que haja, para corrigir a disfunção radical que subjaz à economia política ocidental. 

De fato, como microcosmo e como metáfora, aí está hoje diante de nós o 'escândalo' do banco Wells Fargo – cujos banqueiros criaram milhões de contas falsas, cobraram correspondentes 'tarifas' dos clientes e depois mandaram às favas os supostos reguladores (que tampouco manifestavam qualquer interesse em regular coisa alguma). Em 2011, quando se diz que o banco teria iniciado essa prática, o Wells Fargo ainda estava sendo ativamente 'resgatado', e tomavam-se medidas 'extraordinárias' para reviver as fortunas dos ricos e bem relacionados, e ainda não se sabia claramente que 'a mudança na qual você pode acreditar' significava total ressuscitamento do mesmo sistema que criara as repetidas crises das últimas décadas.

O braço terrorista do regime de exceção. Por Jeferson Miola

.

O golpe não se encerrou na sessão do Senado que cassou o mandato da Presidente Dilma na farsa do impeachment. Ali apenas se abriu um capítulo novo do ataque à democracia para a consolidação do regime de exceção que se vive no Brasil.

Os objetivos com a suspensão das regras democráticas são: [1] extirpar Lula e o PT do sistema político brasileiro – portanto, a representação dos pobres na política; [2] transferir a riqueza nacional ao capital estrangeiro mediante a regressão dos direitos do povo; e [3] inserir subalternamente o Brasil, a sétima potência econômica planetária, no sistema mundial.

Nassif: Vazamento impede delegado de processar quem diz que PF vaza

.
Ontem estive em Curitiba para participar de audiência, na ação que me está sendo movido pelo delegado Igor Romário de Paula, porta-voz da Polícia Federal na Lava Jato. Igor é o delegado que fala pela PF e costuma aparecer em entrevistas vergando trajes paramilitares, próprios para ações na selva.
A razão do processo é um artigo no qual critico os vazamentos da Lava Jato. Entre outros pontos, Igor reputa difamatória a afirmação de que nem delegados nem procuradores têm preparo institucional para avaliar os impactos da Lava Jato na economia. Retifico: eles têm preparo. As instituições é que são despreparadas para trabalhar com eles.

Síria: um chamado à sensatez

.
Por Pedro García HernándezDamasco, 19 set (Prensa Latina) 

O que ocorre na Síria exige sensatez, sobretudo quando se dissipam as dúvidas a respeito dos objetivos dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais na região do Oriente Médio.

Para todos os analistas e especialistas, sejam do grupo que for, o ataque da Coalizão Internacional liderada por Washington contra posições do Exército sírio na cidade de Deir Ezzor é uma provocação de consequências imprevisíveis.

Desde 1956, quando Gamal Abdel Nasser nacionalizou o Canal de Suez e França e o Reino Unido atacaram o Egito, não se produzia uma escalada bélica da magnitude que se vive atualmente na Síria.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Falta de provas justifica prisão temporária de Palocci, afirma Sergio Moro

Resultado de imagem para Sergio Fernando Moro
.
CAMINHO DO DINHEIRO

O ex-deputado e ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci é acusado de receber propina para trabalhar pela Odebrecht dentro do governo e no Congresso Nacional. Mas como não foram encontradas provas do recebimento dessas quantias, Palocci deve ficar preso, “enquanto não houver tal identificação”.
Essa é a motivação usada pelo juiz Sergio Fernando Moro, titular da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, onde corre a maioria dos processos da “lava jato”, para mandar prender o ex-ministro.
Deixar Palocci solto traria “risco à ordem pública", afirma decisão de Moro.
Agência Brasil
De acordo com o juiz, as investigações da operação “lava jato” apresentaram provas de que R$ 128 milhões foram pagos a Palocci para favorecer a construtora no governo. Entretanto, ainda não há provas do recebimento desse dinheiro, e nem a conta em que essa quantia foi depositada.
Para Moro, isso é indício de que Palocci usa de um “modus operandi” já visto em outras ocasiões, de usar “contas secretas no exterior ainda não identificadas ou bloqueadas”. E, enquanto essas contas não forem encontradas, “há um risco de dissipação do produto do crime”.
“Enquanto não afastado o risco de dissipação do produto do crime, presente igualmente um risco maior de fuga ao exterior, uma vez que os investigados poderiam se valer de recursos ilícitos ali mantidos para facilitar fuga e refúgio no exterior”, escreveu Moro.

Thierry Meyssan: Porque o cessar-fogo falhou na Síria

O público ocidental entusiasmou-se com o cessar-fogo russo-americano na Síria e acreditou que ele podia trazer a paz. Ora, isto é não ter nenhuma memória do início da guerra e nada compreender sobre as motivações que ela visa. Explicações…

Por Thierry Meyssan - na Rede Voltaire - Damasco (Síria) - 26 de Setembro de 2016
DEUTSCH  ΕΛΛΗΝΙΚΆ  ENGLISH  ESPAÑOL  FRANÇAIS  فارسى  ITALIANO  РУССКИЙ  TÜRKÇE 


JPEG - 48.7 kb
Donbass-Levante : duas guerras com um mesmo objectivo. Encarregue de cortar a «nova rota da seda» que deve passar pela Sibéria e chegar à União Europeia via Ucrânia, o Presidente Petro Porochenko veio, a 21 de Setembro, repetir no Conselho de Segurança a propaganda anglo-saxónica a propósito da guerra contra a Síria e o Iraque, esta visando cortar o traçado da «Rota da Seda» histórico.
O cessar-fogo na Síria só durou a semana do Aïd. Foi a enésima vez desde a assinatura da paz entre os Estados Unidos e a Rússia. Este não durou mais que a tal paz, e que os precedentes.
Recordemos os factos: a 12 de Dezembro de 2003, o Presidente George W. Bush assinava uma declaração de guerra à Síria, o Syrian Accountability Act. Após uma série de tentativas para iniciar as hostilidades (cimeira da Liga Árabe de 2004, assassinato de Rafic Hariri em 2005, guerra contra o Líbano em 2006, criação da Frente de Salvação em 2007, etc.), as Forças Especiais do EU passaram à ofensiva, no início de 2011, dedicando-se a montar uma encenação visando fazer crer numa «revolução» interior. Após dois vetos no Conselho de Segurança pela Rússia e pela China, os Estados Unidos aceitavam uma negociação de paz em Genebra, que assinaram na ausência das partes sírias, a 30 de Junho de 2012.

As bandeiras de José Serra, o 'diplomata do porretinho'

INTERVENTOR
Brasil que Serra projeta é um país intervencionista que despreza a convivência pacífica internacional. O alvo agora é auxiliar a derrubada do governo de Maduro na Venezuela
por Flavio Aguiar publicado 26/09/2016 
ANA DE OLIVEIRA/AIG-MRE
Serra.jpg
Serra espatifou a laboriosa tradição construída pelo menos desde Rio Branco na nossa política externa
Corre a notícia de que José Serra mandou retirar a bandeira do Mercosul da frente do Palácio do Itamaraty, em Brasília. Não li desmentido até agora, nem vi foto da bandeira de volta ao mastro.
Também corre a notícia de que por alguma razão Serra voltou enfurecido dos Estados Unidos. A mais sugerida é uma discordância quanto 'a fala de Michel Temer na ONU, o trecho em que ele privilegiou a relação com os países da América Latina. Não dá para acreditar nesta fala do Temer, que entre outras coisas disse que o golpe em curso no Brasil é um exemplo para o mundo.

Deutsch Bank tem sua maior queda na bolsa desde 1983

26 de setembro de 2016 - 17h41


  
Segundo a reportagem, o banco afirmou que vai resolver os seus problemas sem depender da ajuda de Berlim. O jornal francês acrescenta que o porta-voz do banco garantiu que "atualmente, não há questão de um aumento de capital. Estamos cumprindo todos os requisitos regulamentares".

Les Echos destaca que o porta-voz de Merkel também disse nesta segunda-feira (26) que não há razão para especular sobre uma eventual ajuda do Estado alemão ao Deutsche Bank.

O noticiário francês ressalta que o tombo do banco na bolsa está influenciando a bolsa alemã, de Frankfurt a perder 1,9%, assim como outros mercados europeus, como Paris e Milão estão caindo 1,6%, Madrid 1,3% e Londres 1,2%. Lisboa tem a menor queda da Europa, cerca de 0,5%.

Dirigentes de centrais repudiam uso político da Lava Jato


Adilson (colete branco), Juruna e Douglas (de boné) em ato na Paulista contra a reforma trabalhista e previdenciária de TemerAdilson (colete branco), Juruna e Douglas (de boné) em ato na Paulista contra a reforma trabalhista e previdenciária de Temer
A seletividade da Operação Lava Jato é apontada pelo presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo. Ele definiu a Lava Jato como “um projeto de desconstrução nacional”.

“A operação tem tomado medidas políticas. Age de forma parcial. Existe, de certa forma, um intuito de criminalizar a esquerda e os movimentos sociais”, afirmou o dirigente.

Douglas Izzo, presidente da Central Única dos Trabalhadores de São Paulo (CUT-SP), reforçou a declaração de Adilson. Segundo ele, a operação faz “vista grossa” quando se trata de denúncias contra os partidos considerados de direita.

Ministro deu notícia da prisão ao “Kinzinho”, mas PF diz que só mandou ele ficar em Brasília

POR  · 26/09/2016

briga
.
Impera a confusão.
O Ministro da Justiça avisou ao MBL do Kim Kataguiri que “haveria prisões esta semana”.
Teve.
Mas a Polícia Federal diz que não contou nada para Alexandre de Moraes, só “mandou”  o ministro não sair de Brasilia.
Os arquivos da Odebrecht, ao que parece, apesar de terem centenas de nomes e apelidos, só interessaram em um caso.
Quem pediu a prisão preventiva de Antonio Palloci foi a Polícia Federal.

Com vídeo que prova uso político da Lava Jato, cresce pressão sobre Alexandre de Moraes


Jornal GGN - 26/09/2016
Com o vazamento do vídeo que comprova que Alexandre de Moraes vazou informação sigilosa da Polícia Federal e usou a Operação Lava Jato em um evento do PSDB, cresce a pressão para que o ministro da Justiça caia. 
Segundo informações da Folha, Moraes, que já vinha desagradando o presidente Michel Temer, foi convocado na tarde desta segunda (26) para prestar esclarecimentos sobre o episódio flagrado pela reportagem do Estadão.

O silêncio dos liberais: raízes da vergonha brasileira



Cabe às ruas civilizar o mercado e as elites, a ponto de tornar a memória de Sobral Pinto algo mais que uma lápide extravagante no cemitério liberal.


reprodução
.
O que se busca caracterizar hoje no Brasil com a palavra golpe é na verdade um retrocesso equivalente a um ciclo de ‘des-emancipação social’. Sua abrangência e brutalidade correspondem a uma ruptura do pacto da sociedade sem consulta-la, o que dificilmente se completará sem atingir o núcleo duro das garantias individuais, as liberdades civis e os direitos políticos.
 
Diante da escalada temerária, constrange o silencio daqueles que, ideologicamente, avocam-se a filiação ao republicanismo, à independência de poderes, a isonomia diante da lei e o respeito ao sufrágio universal.